A raiz do projecto.
O projeto propõe um novo volume de linguagem contemporânea e minimalista, marcado pela leveza, transparência e pureza formal. A sua fachada escultórica acolhe os espaços de receção, estar e convívio, funcionando como elemento central de articulação entre os dois palácios existentes.
Pensado para um novo público associado aos conceitos de hotel de charme e boutique hotel, este volume estabelece uma relação direta entre interior e exterior, valorizando a experiência espacial e a vivência do lugar.
O protagonismo mantém-se nos edifícios históricos, sendo a nova intervenção assumida como elemento de mediação e valorização do conjunto. A entrada, de carácter cenográfico, afirma-se na relação com a cidade através de uma estrutura depurada, onde o betão, os cheios e vazios e a transparência constroem uma nova dimensão espacial.
A proposta conjuga o património arquitetónico de Marques da Silva com uma linguagem contemporânea distinta, traduzindo-se numa intervenção que respeita a memória do lugar e projeta o conjunto para o futuro.